RISCO


Por minha própria conta e risco viro as costas para o paraíso: coisinha mais sem graça. Quero cair sem asas num vôo sem escalas em algum lugar bem longe do céu misterioso e sem som. Tudo que é bom não pode caber nas regras fraturadas e obtusas. O melhor é sempre a adrenalina correndo solta dentro das veias das minhas palavras.
Determinadas coisas são para  enfeitar a sala de estar e lembrar uma vez a cada sete anos. Desafios são alegrias excitantes. Liberdade para seguir sempre em frente, sem olhar para o que se deixa para trás. Uma vida sem guerra é indigente, é uma paz sem garras. A ousadia ainda delira em mim. Então, vou sem freio e esporas vida a dentro, vida a fora.

Karla Bardanza

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