FILOSOFANDO ENQUANTO POSSO


Minha finitude dorme todo dia abraçada com a minha angústia. Não tenho como decidir a minha eternidade. No entanto, não posso ser escrava de uma existência inautêntica tampouco viver para a morte.Vou experimentar o nada e apreender o sentido do ser. Ontem li Sartre e desde então, tenho apenas uma única certeza: a de que tenho que realizar o sentido do mundo e de minha essência. Minhas decisões não merecem desculpas, estou condenada a ser livre e a escolher.


Eu - esse ponto intermediário entre o tudo e o nada está dentro do infinito: resta-me apenas essa aptidão para a fantasia, para o completo (des)entendimento do que sinto, para a vida adormecida no meu grito.




Karla Bardanza

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